Em Veículo 19, acompanhamos a história de Michael Woods (Paul Walker), um ex-presidiário americano que viaja até a cidade de Joanesburgo, na África do Sul, violando sua liberdade condicional na tentativa de se reconciliar com a ex-esposa. No entanto, o plano de redenção desmorona assim que ele pisa na locadora de veículos.
Por um erro da empresa, Michael recebe o carro errado. Com pressa, ele aceita o veículo e segue viagem, mas logo percebe coisas estranhas: um celular desconhecido começa a tocar insistentemente e uma arma é encontrada embaixo do banco. O pior pesadelo se confirma quando ele abre o porta-malas e encontra Rachel Shabangu (Naima McLean), uma promotora de justiça amarrada e amordaçada.
Rachel possui informações cruciais para desmantelar uma gigantesca rede de corrupção policial e tráfico humano local. Agora, Michael se vê no lugar errado, na hora errada e no carro errado. Caçado por uma força policial inteira e corrupta que quer queimar o arquivo a qualquer custo, ele precisará usar toda a sua habilidade ao volante para sobreviver a uma tarde infernal nas perigosas ruas sul-africanas.
Tudo de dentro do carro: Praticamente 95% do filme é rodado sob a perspectiva do interior do veículo. O diretor Mukunda Michael Dewil queria que o público sentisse a mesma sensação de encurralamento e claustrofobia que o protagonista.
Paul Walker era o dublê de si mesmo: Conhecido em Hollywood por sua paixão genuína por automobilismo (uma herança de seu avô, que era piloto de corrida), Paul Walker dispensou dublês na maioria das cenas de ação e realizou quase todas as manobras perigosas e derrapagens do filme.
Simpatia nos bastidores: Relatos da equipe de produção na África do Sul destacam que Paul Walker (que também assina como produtor executivo do longa) era extremamente simples. Nos intervalos das gravações em Joanesburgo, em vez de se isolar no camarim, ele costumava ficar no set jogando videogame com os filhos dos produtores.